Dia 2 de Janeiro de 2016 noivamos e dê-mos inicio á correria dos preparativos. Sabíamos que, queríamos casar no campo, por isso começamos a pesquisa por um espaço, com esse ambiente.

A lista de convidado, de 300 a 150

Começámos com uma lista de 300 convidados, mas não encontramos nenhum espaço que suportasse este número de pessoas. Assim sendo fizemos uma revisão, á lista e percebemos que não valeria a pena convidar parentes distantes, que nem sabiam o nome do meu noivo ou até mesmo os que moravam perto mas que nunca mandaram mensagem, perguntando como eu estava e amigos que se distanciaram. E a nossa lista reduziu para 150 pessoas kakakaka.

Escolha do local, o presente

O meu irmão e a minha cunhada encontraram um espaço pelo facebook, um lugar lindo rustico e nós adorámos, assim que o visitamos. O mais incrível, os dois ofereceram-nos o aluguel do espaço.

A escolha de fornecedores

A corrida pelos outros detalhes começou.
Como já conhecia o trabalho da maquiadora fechei com ela, sem qualquer dúvida.
Por concelho dela, optamos por mudar a nossa ideia de casar de manhã e decidimos casar à tarde. Pois teria de acordar muito cedo e iria dormir pouco devido a ansiedade.

Fechamos o buffet, com um brunch, pois queríamos algo mais sofisticado, como é feito em E.U.A. No nosso buffet já estava incluída a decoração, e ao invés de cerveja optamos por drinks. Optamos por um serviço de drinks em separado do buffet, pois sairia mais em conta.

Os fotógrafos eram todos extremamente caros e nenhum nos agradava tanto assim. Procurávamos alguém com o estilo e com a nossa vibe. E por indicação de um colega, conhecemos o  André Marques, conversamos com ele e vimos o seu trabalho, falamos ainda com ex-clientes e todos elogiaram. No mesmo estilo fechamos com dois profissionais de filmagem, muito especiais e com o nosso estilo.

Vários contratos foram fechados com quase um ano e meio antes do casamento, o que nos deixava tranquilos para pagar tudo.

Como o nosso casamento foi em março todos colocavam na nossa cabeça que iria chover. Aliás eram as águas de março fechando o verão. Kakakaka…faltando um mês e pouco para o casamento decidimos alugar as tendas. Mais um contrato para pagar que iria sair muito caro.

A semana do casamento

Na semana do casamento estávamos ainda com algumas contas pendentes e o meu pai ajudou-nos muito, contámos ainda com a ajuda financeira da mãe do noivo, com as alianças, alguns padrinhos deram ajuda também em dinheiro. Os custos da animação foram suportados, pela banda.

Chegou o dia 24

Os fornecedores chegaram cedo, começaram a montagem e tudo estava lindo.
Preparei me no local do casamento, pude ouvir cada música e saber o momento exato da minha entrada.

Chegou minha hora, a cara do meu noivo ao ver me foi emocionante.

Quando pude ver tudo pronto não acreditei, que estava tudo perfeito como imaginei. Foram dois anos trabalhando pagando tudo com muito suor. Economizamos de várias maneiras e deu tudo certo.

O lado B…

Tive problemas com os vestidos das minhas madrinhas e com as roupas dos padrinhos. Pois contratei uma costureira para fazer tudo com um ano de antecedência e ela deixou, para fazer, todas as vinte seis roupas, um mês antes do casamento. Foi a pior fornecedora que tive ela fez os vestidos na correria, muitos ficaram mal feitos e as madrinhas, tiveram que os arranjar novamente.
No stress da situação contei com o apoio das madrinhas que me acalmaram e que garantiam que tudo daria certo.

Conselhos de noiva

Um conselho que dou para as noivinhas é, deixar que suas madrinhas aluguem os vestidos ou que cada uma consiga a sua própria costureira.

Enfim. Passámos por maus bocados, kakkka… Mas ter visto tudo com mais de dois anos de antecedência foi a melhor escolha que fizemos.

Foi um dia lindo, não choveu, a decoração ficou sensacional. Todos elogiaram o buffet e saíram muito satisfeitos, nós como noivos não conseguimos comer quase nada, mas pouco importa estava tudo lindo.

 

Luana Silva Valério e Hebert Rychas da Silva Jesus 

Juiz de Fora – MG – Brasil